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Antes de falarmos dos diversos estilos de pintura das obras
aqui expostas, faremos algumas considerações sobre
a importância da profissão de Marchand e da Galeria
de Arte.
O Marchand com sua Galeria de Arte, é a importância
máxima na vida de um artista. É ele que o promove,
o lança e o introduz no mercado de Arte, com seriedade
e ética profissional.
Cabe ao Marchand, orientar seu cliente para uma boa aquisição,
dando-lhe a certeza de que tudo o que coloca a sua disposição
é BOM, mesmo artistas que ainda não alcançaram
a desejada fama, porém, graças às suas
qualidades, terão todas as condições necessárias
para alcançá-la mais cedo ou mais tarde.
Terminando, façam sempre suas aquisições
numa Galeria de Arte, que além de apresentar obras da
melhor qualidade, ainda se responsabiliza pela autenticidade
das mesmas.
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Impressionismo |
Concepção
artística aparecida no fim do século XIX e que
abrangeu setores da pintura, da música e da literatura.
Caracateriza-se por atribuir importância fundamental
à impressão, relegando ao segundo plano toda
a descrição objetiva dos detalhes. Originou-se
na França e seus seguidores eram conservadores radicais
por quebrarem muitas das regras da pintura antiga.
O
impressionismo destacou-se pela luminosidade e pela simplificação
das composições omitindo detalhes com magistrais
efeitos. Os artistas mais associados ao impressionismo foram,
Edgar Degas, Claude Monet, entre outros o grande Pierre Auguste
Renoir.
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| Acadêmico |
Pintura
à óleo, que se popularizou na Itália, através do pintor italiano
Antonello da Messina e foi muito explorada pelos pintores
da Renascença.
Opunha-se frontalmente a qualquer inovação em matéria de estética
e limitava-se a repetir as formas herdadas do passado. Os
pintores de um modo geral procuravam reproduzir a realidade,
submetida a uma beleza idealista. O espírito clássico, a ordem
e as formas simétricas são traços marcantes deste pintura.
Nomes imortais do Renascimento Sandro Botticelli, Leonardo
da Vinci, Michelangelo, Raffaelo, Brunelleshi, etc...
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| Expressionismo |
Movimento artístico-literário, que se iniciou na Alemanha
antes de 1914 e durou ate cerca de 1924, como uma reação à
escola acadêmica que prevaleceu na Europa desde a Renascença.
Na pintura expressionista, as principais características eram,
a deformação da imagem visual chegando até a caricatura e
à explosão sentimental.
A figura humana e a paisagem perderam seu valor representativo,
transformando-se em puros valores afetivos.
O pintor recusava o aprendizado técnico e pintava conforme
as exigências de sua sensibilidade, abusando dos contrastes
de claro e escuro original.
Os grandes inspiradores deste movimento foram: O holandês
Vincent Van Gogh, o francês Paul Gauguim, o espanhol El Greco
e muitos outros grandes artistas.
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| Surrealismo |
Corrente
estética-filosófica que surgiu na França após a 1a. Guerra
Mundial. Um grupo de jovens artistas resolveu fundar um movimento
que pudesse expressar toda a decepção que experimentava com
os valores tradicionais da cultura.
Os artistas partiram, portanto, para a negação de tudo.
André Breton no seu manifesto surrealista de 1924 assegura
que "este estilo ditado pelo pensamento sem a fiscalização
exercida pela razão estava alheio a toda a preocupação estética
ou moral".
A Contribuição mais importante do surrealismo, foi a invenção
de uma nova técnica artística elaborada pela mente inconciente
do artista.
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| Abstracionismo |
Diz-se
pintura Abstrata, da que se opõe à arte figurativa ou objetiva
sem nenhuma relação direta com formas e cores da realidade
visual.
Na História da Arte, temos dois tipos de abstracionismo.
O informal e o geométrico. No abstracionismo informal, predomina
o sentimento e a emoção.
O artista se revolta contra precisão da vida moderna, o racionalismo
e a civilização, seu maior representante foi Wassily Kandinski.
No abstracionismo geométrico destaca-se a figura do holandês
Mondrian, que submeteu sua pintura a uma rigorosa disciplina
geométrica.
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| Realismo |
Diz-se
da arte que tenta representar objetos com absoluta fidelidade,
como aparecem na vida real. Frequentemente é usada para descrever
cenas de vida humilde ou de críticas às condições sociais.
Grande destaque do realismo, fopi Toulousse Lautrec, seu mundo
era dos seres humanos para ele apenas a figura existia a paisagem
era apenas um acessório.
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| Naif |
Estilo
milenar, o homem pré-histórico já desenhava cenas de um quotidiano
nas paredes das cavernas.
Os artistas naifs são sempre insinuantes e autodidatas, não
receberam técnicas ou influências de um professor.
Eles começam a pintar por impulso e resolvem suas dificuldades
técnicas com meios próprios, sendo perdoados quando as suas
figuras não são perfeitamente desenhadas ou quando aparecem
erros de simetria e perspectiva. Porém, a experiência da prática
ao longo dos anos pode proporcionar ao pintor naif uma técnica
apurada.
Nesta arte o artista tem total liberdade de expressão, permitindo
expressar-se com espontaneidade e com certa inocência.
O artista naif oferece um mundo cheio de cor, criando um mundo
para si próprio. O movimento naif iniciou-se na França no
final do século passado com o aparecimento de henri Rousseau,
que na época, recebeu um apoio entusiasmado da elite intelectual
de Paris.
No Brasil, o movimento naif só cresceu a partir de 1937 com
pintores como Heitor dos Prazeres, Cardosinho e Silvia.
A arte naif brasileira é extremamente rica e variada, é autêntica,
e na maioria das vezes, otimista e alegre. Ela reflete o país
tropical, generoso em sua vegetação. Tem seu lugar de destaque
no cenário mundial.
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| Considerações |
Tentamos
dar aos nossos visitantes, algumas explicações sobre as várias
tendências artísticas das obras exibidas neste site, resumidas
na verdade, mas que poderão ajudá-lo a apreciá-las, não apenas
com o sentimento do "impacto", mas com algum conhecimento
que os auxiliará a apreciá-las melhor.
Nini
Barontini
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